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		<title>A Rede Social</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 00:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@followfabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após ceder à pressão de alguns amigos que diziam ser um equívoco ilícito da minha parte não assistir ao filme do Facebook, resolvi arriscar. A Rede Social é baseado no livro &#8220;Facebook: bilionários por acaso&#8221; de Ben Mezrich, dirigido por &#8230; <a href="http://www.sigafabio.com/2011/03/a-rede-social/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="Mark Zuckerberg coleciona 500 milhões de contatos." src="http://www.sigafabio.com/wp-content/uploads/2011/03/zuckerberg_facebook.jpg" alt="" width="589" height="313" /></p>
<p>Após ceder à pressão de alguns amigos que diziam ser um equívoco ilícito da minha parte não assistir ao filme do Facebook, resolvi arriscar. A Rede Social é baseado no livro &#8220;Facebook: bilionários por acaso&#8221; de <strong>Ben Mezrich</strong>, dirigido por <strong>David Fincher</strong> (“O Clube da Luta”, “Seven”, “Alien 3”, “Benjamin Button”) e que conta a história da empresa que é o maior fenômeno da internet na atualidade. Sucesso que refletiu também nas 8 indicações ao Oscar que concorreu, levando 3 estatuetas: melhor trilha sonora, roteiro e roteiro adaptado.</p>
<p>O enredo é enquadrado na perspectiva de dois protagonistas, o nerd com dificuldades de socializar (paquerar garotas) <strong>Mark Zuckerberg</strong> e seu amigo empreendedor, o brasileiro <strong>Eduardo Saverin</strong> (co-fundador da empreitada). Entram em cena em papéis secundários, mas bem importantes, a dupla de gêmeos remadores, os irmãos <strong>Winklevoss</strong> (que depois acusam Mark de plágio); umas garotas asiáticas (geek-groupies); <strong>Sean Parker</strong> (co-fundador do <strong>Napster</strong>, interpretado por <em>Justin Timberlake</em>); muitos computadores, cervejas, códigos @ Harvard.edu.<br />
<span id="more-184"></span></p>
<p>Antes de ver o filme, por sorte li o livro de Mezrich que é bem escrito mas exagera na descrição dos feitos de (super) Zuckerberg, glamurizando situações que imagino terem sido pensadas (e escritas) apenas com o propósito de manter a atenção do leitor.</p>
<p>[<strong>sem comentários sobre o filme, recomendo que você assista</strong>]<br />
<object width="589" height="361" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lB95KLmpLR4?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="589" height="361" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/lB95KLmpLR4?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Ao terminar de assistir A Rede Social, compreendi a luta de Mark para seguir estourando os limites do sucesso, mantendo seu raciocínio linear de oportunidades e esforço pessoal livre de interferências externas. Uma das contribuições que talvez os criticos tenham esquecido de mencionar que a obra tem relação com a análise social que fazemos cotidianamente acerca de pessoas que se comportam de forma individualista mas que buscam de certa forma atingir objetivos que podem transformar a coletividade, como faz Steve Jobs e seu conhecido &#8220;monopólio&#8221; de produtos incríveis e adoradores (detratores) fanáticos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Questão:</strong> Você é capaz de eliminar friamente qualquer um que se oponha ou dificulte a realização do seu sonho?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="Natural feito acordar com mal hálito pela manhã." src="http://www.sigafabio.com/wp-content/uploads/2011/03/três_sandalia_zuckerberg.jpg" alt="" width="589" height="313" /></p>
<p><strong>(r) EVOLUTION</strong><br />
Deixemos a fantasia de lado para visualizar algo que talvez apenas Sean &#8220;Timberlake&#8221; Parker e o jovem Zuckerberg tenham compreendido, que o Facebook se trata de uma <strong>REVOLUÇÃO</strong> (ou continuação de um processo dessa magnitude). Com meus poucos anos de experiência (como acadêmico) assumo que o uso de palavras como &#8220;revolução&#8221; muitas vezes carrega um tom de futurologia e exagero, principalmente quando aplicada a certos contextos (geralmente os errados). Mas ao se referir a um processo contínuo de mudança nos hábitos sociais e à forma como os usuários se organizam em rede, seja compartilhando suas informações e passando a se dedicar de uma forma mais intensa (vício) a um serviço com o qual se identificam, esse fenômeno deve ser observado com cautela e mantido em constante observação.</p>
<p><strong>SOCIEDADE MOVIDA À INFORMAÇÃO</strong><br />
A web de uso comercial (civil) tem 20 anos de existência e desde seu início ela tem contribuído para aprimorar a comunicação em termos de conectividade e rapidez, se adequando aos demais setups sociais e se tornando um importante e confiável meio para se buscar e catalogar informações. De volta ao vislumbramento com o sucesso do <strong>Facebook</strong>, será que essa visibilidade das redes sociais alcançada pelo filme pode contar como ponto positivo para anunciar possíveis estágios de mudanças que se iniciaram há muito tempo e que envolvem processos de construção de uma sociedade hiperconectada, organizada e carregada (loaded) de novos valores e atores jovens como Zuckerberg. Na minha opinião todo sucesso alcançado pelo site serviu (e serve) como justificativa e amadurecimento da ideia de que a forma como nos informamos mudou e no placar a velha mídia vai perdendo de uns 500.000.000 à zero.</p>
<p>Esta revolução (como tomei o cuidado de explicar) é um processo fragmentado, constante e tem entre seus ápices atuais (como citado no filme) a criação do <strong>Napster</strong>, possibilitando a propagação (e popularização) do <strong>P2P</strong>; as batalhas jurídicas do <strong>PirateBay</strong> (resultando numa onda de pirataria da cultura), enviesada por bytes e discussões muito importantes, que provam a força do esforço intelectual coletivo na propagação de ideias, formação de opinião e geradora de mudanças; e culminando na publicação dos <strong>#cables</strong> do <strong>Wikileaks</strong> (o maior hack já aplicado a uma instituição governamental em toda existência da sociedade da informação).</p>
<p><strong>GOSTOU?</strong><br />
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		<title>Conteúdo, SEO e você: tem que ver isso ai</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 23:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@followfabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sigla SEO (Otimização de Ferramentas de Busca, ou pra quem gosta de anglicismos “Search Enginne Optimization”) explica uma técnica que proporciona o aumento do volume de tráfego a um web site. Segundo os especialistas, as técnicas de SEO devem &#8230; <a href="http://www.sigafabio.com/2010/06/conteudo-seo-e-voce-tem-que-ver-isso-ai/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-114" title="Fábio Ricotta não é um &quot;queijeiro&quot;" src="http://www.sigafabio.com/wp-content/uploads/2010/06/Captura-de-tela-2010-11-05-às-11.53.24-300x205.png" alt="" width="300" height="205" />A sigla <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank">SEO</a> (Otimização de Ferramentas de Busca, ou pra quem gosta de anglicismos “Search Enginne Optimization”) explica uma técnica que proporciona o aumento do volume de tráfego a um web site. Segundo os especialistas, as técnicas de SEO devem ser empregadas para estruturar melhor o conteúdo das páginas da web, aumentando a relevância e melhorando a quantidade de cliques oriundos dos resultados oferecidos pelas ferramentas de busca.</p>
<p>Para chegar a algum lugar na web, 99% dos usuários faz uso destas ferramentas como ponto de partida. Sites como <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a>, <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, <a href="http://www.yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a> são os principais. E se você possui pelo menos uns 10 anos de inclusão digital no currículo lembrará também do Cadê, Altavista, Aonde e outros que surgiram no tempo da internet a vapor.</p>
<p>As boas práticas de uso do SEO funciona com um pequeno hack orientando os usuários perdidos a chegar ao seu site. Isto explica porque de vez em quando você fica boquiaberto sem saber como leitores Paquistaneses e Russos chegaram ao seu site para ler uma receita de bolo que você publicou um dia e achou que ninguém ligaria. A relevância das tags (palavras) que você utilizou no seu post pode justificar isso.</p>
<p>Melhorar a quantidade de acessos e proporcionar uma maior repercussão do seu conteúdo são as principais vantagens que jornalistas e outros profissionais podem conseguir aplicando técnicas de SEO. Numa linguagem mais particular, elas são a nova formatação que o conteúdo deve ter para conseguir relevância na web, e em especial, nos resultados de busca. Seguem algumas dicas.<span id="more-42"></span></p>
<p><strong>SEO Basics</strong></p>
<p>- O efeito da “<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q2F1ZGErbG9uZ2FfIyNfYmFyXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18zNzk0NDM=-64">Cauda longa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>” no SEO explica que as consultas mais genéricas (simples) são realizadas com maior freqüência e tem um melhor volume de busca;</p>
<p>- A conversão é um dado objetivo que se pretende aplicar na métrica e pode incluir não somente a quantidade de acessos, mas também os formulários respondidos e comentários deixados no site, por exemplo;</p>
<p>- Medir a quantidade de comentários, acessos ou buscas por termos mais buscados. Cada métrica no seu quadrado: para cada ação ou segmento, há uma métrica a ser trabalhada.</p>
<p>- O Google é seu amigo e recebe 98% dos pedidos de busca da web brasileira;</p>
<p>- Apenas 2% dos usuários passam da 1ª página, o objetivo e conseguir que ele clique mais e chegue ao próximo estágio;</p>
<p><strong>Web Writing</strong></p>
<p><em>Como melhorar a produção de conteúdo com foco no SEO</em></p>
<p>- Dica da faculdade de jornalismo: estruturar tópicos de conteúdo;</p>
<p>- Palavras específicas são as que mais se convertem em acessos e o segredo é focar naquilo que é trabalhado (o conteúdo);</p>
<p>- Títulos devem ter poucas palavras e transmitir informações básicas;</p>
<p>- Use tags, mas não muitas: 10 é um bom número;</p>
<p>- Agregar elementos audiovisuais enriquece o texto;</p>
<p>- Se o texto é sobre uma empresa ou produto ele DEVE estar no título;</p>
<p>- Técnicas de escrita, conexão entre parágrafos, ideias bem distribuídas e textos com gráficos ajudam na compreensão;</p>
<p>- REGRA: títulos devem ter até 63 caracteres e meta descriptions 160;</p>
<p>- Aplicar a pirâmide invertida, uma programação textual acompanha o desenvolvimento dos parágrafos;</p>
<p>- Objetividade. A escrita para web se resume à objetividade: evite o blá-blá-blá, acerte nas introduções curtas e reflita o porquê de mais texto;</p>
<p><strong>Otimizar é viver</strong></p>
<p><em>Brilhando muito com a otimização de títulos e descrições</em></p>
<p>- Atenção, o Google leva em consideração a repetência (influência) de palavras e também reconhece as siglas como referência geográfica, use-as ao seu favor;</p>
<p>- A tag “title” do post deve embutir uma palavra-chave e quanto mais próxima ela estiver do início do texto, melhor;</p>
<p>- Muitas consultas tem várias palavras, geralmente em torno de 8. Quanto mais termos, mais próximo de zero a possibilidade de um resultado mais evidente.</p>
<p>- Web Analytics serve para muitas coisas, inclusive pra checar quais palavras e metas podem servir como conversão em resultados;</p>
<p>- Títulos e manchetes são bem analisados pelas ferramentas de busca, evite encaixar as palavras-chave como se fosse uma sequência no formato nuvem de tags;</p>
<p>- Use HTML e explore Page Headings para localizar bem as palavras-chave do texto usando <strong>h1</strong> para tema principal e <strong>h2</strong> para algo mais específico;</p>
<p>- Links enormes e com caracteres estranhos, ninguém entende: use formas mais amigáveis como <a href="http://ffabio.com" target="_blank">http://nomedoseusite.com.br/data-titulo-do-post</a>, por exemplo. Palavras-chave no link proporciona um ganho de posicionamento melhor nas ferramentas de busca;</p>
<p>- Evite stopwords (termos como de, a, para, que, etc): como diz a semântica, elas paralisam e dificultam a indexação da busca; use sinônimos e palavras do cotidiano;</p>
<p>- Links internos, organizar os alvos sempre com os mesmos links, em diversos textos e focados na mesma palavra-chave;</p>
<p>- Houve mudança nos links? Então faça um redirecionamento para não perder visitas futuras.</p>
<p>A propósito, vale creditar que todas essas dicas que estou compartilhando com vocês foram dadas numa palestra do Fábio Ricotta (<a href="http://twitter.com/fabioricotta" target="_blank">@fabioricotta</a>), da Mestre SEO.</p>
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		<title>Usabilidade com Amyris Fernandes</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 13:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@followfabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em abril deste ano tive a oportunidade de participar de uma aula da professora Amyris Fernandes. Durante os 5 primeiros minutos de exposição deu pra sacar que estava diante de uma pessoa bem exigente com relação a interfaces e sua &#8230; <a href="http://www.sigafabio.com/2010/04/usabilidade-com-amyris-fernandes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-110  alignright" title="aula de &quot;experiência e usabilidade&quot; com Amirys Fernandes" src="http://www.sigafabio.com/wp-content/uploads/2010/04/Image1204-300x111.jpg" alt="" width="300" height="111" />Em abril deste ano tive a oportunidade de participar de uma aula da professora <a href="http://lattes.cnpq.br/1150479574273850" target="_blank"><strong>Amyris Fernandes</strong></a>. Durante os 5 primeiros minutos de exposição deu pra sacar que estava diante de uma pessoa bem exigente com relação a interfaces e sua usabilidade. A critica nos comentários de Amyris me fizeram pensar que nem toda perspectiva de uso é ideal e nem toda funcionalidade é funcional.<span id="more-99"></span></p>
<p>Pode parecer confuso mas a reconfiguração da usabilidade (ux), quando testada à exaustão (usando metodologias e técnicas) terá como resultado interpretações que podem enfim chegar a um refinamento próximo da imperfeição. Imperfeito porque é justamente este ideário de completude (não precisamos testar, está ótimo) que deve ser levado em consideração pelo profissional, com todo olhar critico possível.</p>
<p>Quando o assunto são websites, Amyris lembra que a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YXJxdWl0ZXR1cmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56">arquitetura<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>é a primeira tarefa a ser pensada, levando em consideração todo o processo de adequação mental e envolvendo o uso de símbolos conhecidos na criação da interface. Dúvidas podem (e devem) surgir. Neste momento o arquiteto pode questionar como seguirá a produção do wireframe, destacando as prioridades: dar privilégio à estética (deixar bonito) ou ter empatia por quem irá usá-lo, adequando-o para que fique mais funcional possível, seguido de interrogações.</p>
<p>Amyris reforçou a dinâmica do questionamento constante, buscando associarmos o que é produzido com o que será utilizado pelo consumidor. Seguem abaixo algumas dicas da professora.</p>
<p><strong><br />
Modelos mentais</strong></p>
<p>- Identificar o usuário dentro do processo de consumo, como ele prefere receber informação, qual tipo de informação é útil. Questionários longos, técnicas de psicologia para extrair detalhes do processo.<br />
- Técnica, adequada proporcionalmente ao público<br />
- <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QW4lRTFsaXNlK2RlK2RhZG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-64">Análise de dados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, heurística: onde foi que eu errei?<br />
- PESQUISAR e interpretar logs do servidor, este material pode gerar um diagrama da análise de cenário<br />
- Orientar a navegação semântica, acrescentar os sinônimos e palavras com escrita incorreta apontando para um resultado provável;</p>
<p>Abaixo alguns itens que podem (devem) constar no briefing de um projeto de interface:</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>- Relatórios diversos;<br />
- Análise heurística;<br />
- Olhar os competidores;<br />
- Arquitetura de Informação: <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TW9kZWxvcytNZW50YWlzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60">Modelos Mentais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Card Sorting, Eye-Tracking e protótipos;<br />
- Testes de usabilidade;<br />
- Screener;<br />
- Lista de tarefas.</p>
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